Interporto perde 6 pontos e é rebaixado para segundona

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Por unanimidade (quatro votos a zero), a equipe do Interporto foi punida ontem à noite com a perda de seis pontos por ter utilizado o zagueiro Sales no dia 21 de abril no empate contra o Ipiranga de Aliança, por 1 x 1. O atleta havia recebido o terceiro cartão amarelo na rodada anterior no dia 19, mas entrou em campo dois dias depois e acabou prejudicando o clube de Porto Nacional. Como o clube somava 12 pontos, perdendo seis, acabou ficando atrás do Paraíso, que terminou em quinto
no Grupo A com oito pontos e, conseqüentemente, culminou com seu rebaixamento.


Com isso, o clube que já foi campeão da Copa do Tocantins (1998) e Tocantinense (1999), terá que disputar a segunda divisão do futebol Estadual no próximo ano. O time portuense se junta ao São José (Palmas), que já havia sido rebaixado no final de semana quando perdeu para o Tocantins por 2 x 1. Desta forma, o Paraíso, que antes do julgamento estava rebaixado, permanece na elite do Tocantinense em 2009.


O julgamento foi realizado ontem à noite, no Italian Palace, em Palmas, pela 2ª Comissão do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Tocantins. Estiveram presentes no julgamento, o presidente da 2ª  Comissão do TJD, Miguel Angelo de Negri, os auditores Valmir Vieira de Souza (Seladinho), Antônio José Vieira (Tonhão) e José Waldimir Miranda (Chumbinho), que apesar de ser da 1ª Comissão do TJD, também participou da reunião, e o procurador do TJD do futebol do Tocantins, Belmiran José de Souza.


Recurso
Nenhum dirigente do Interporto compareceu ao julgamento. Porém, o presidente do clube, Luiz Antônio Monteiro Maia, que também é advogado, disse que havia dado entrada por volta das 17h30, ontem na secretaria da Federação Tocantinense de Futebol (FTF), um documento solicitando o adiamento do julgamento. Ele alegou que o clube não teve tempo hábil de analisar o processo. Segundo o presidente, o clube foi avisado na sexta-feira à tarde sobre a irregularidade via-email, e a
FTF só enviou o documento oficial no sábado antes do jogo contra o Palmas. Ele ressalta ainda que só teve acesso aos documentos na segunda-feira à tarde, pois a FTF não abre no período da manhã. ” Não tivemos prazo para analisar todo o processo e fazer a nossa defesa”, explicou o dirigente, no entanto, afirmando que seu jogador atuou de forma irregular. Luiz Antônio disse que hoje vai analisar como foi feito o julgamento e dentro do prazo legal estudará o processo para dar entrada ao recurso.  


(Fonte: Jornal do Tocantins)

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