Bicampeã mundial, Dani Freitas volta ao Rio de Janeiro após vencer competição em Waikiki, no Havaí
A bicampeã mundial de bodyboard Daniela Freitas ganhou mais um título em seu segundo esporte, o fitness. Ela venceu o Stingrey Classic, na categoria geral, em Waikiki, Havaí. Foi sua terceira competição. Já tinha vencido todas em sua categoria (Short, até 1,63m) e agora levou a geral.
– O Stingrey Classic tem categorias de fisiculturismo, fitness e figure, que é a que eu disputo, e as atletas são divididas em três faixas, de acordo com a altura. Na Figure, o mais importante é ter o corpo proporcional e simétrico, músculos fortes e bem definidos e, acima de tudo, a feminilidade. Ano passado eu fiquei a meio ponto do título geral, mas agora chegou a minha vez – festeja.
Sua nova carreira começou em março do ano passado, ao vencer a mesma competição de agora. Em junho ela vencer o Hawaiian Islands, mas não quis disputar o campeonato nacional, mesmo com a vaga. Sua vontade era competir no USA Nationals, em julho.
– Mas a vida mudou e em setembro fui escolhida, entre 200 candidatas, a integrar a Escola de Aeromoças da Aloha Airlines. É um emprego muito disputado aqui, com seis semanas de treinamento e exigência de tirar média 9 nos testes. A Aloha atua há mais de 60 anos no Havaí, mas ninguém esperava que em março, a empresa decretasse falência. Foram quase duas mil pessoas desempregadas e fiquei muito triste com tudo – conta.
Ela então resolveu disputar novamente o Stingrey Classic, tendo apenas 18 dias para treinar:
– Eu não acreditei quando anunciaram meu nome como vencedora da categoria. Fiquei de boca aberta. Mas a surpresa maior foi ouvir meu nome como a melhor de todas as competidoras, no geral. O melhor veio depois, pois o campeão tem de tirar uma espada enorme e pesada de uma pedra. É bastante divertido – lembra.
De férias no Rio de Janeiro, Daniela Freitas já traça planos.
– Agora vou me preparar para competir em novembro, na Paradise Cup. Em 2009 vou ao Nationals, em Las Vegas. Quero chegar lá no meu auge, preparada e treinada. O que me atrai nesse esporte é o desafio, sinto prazer em treinar e ver que posso melhorar – diz.
(Fonte:Globoesporte.com)











