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LDU derrota Flu nos pênaltis e é campeã da Libertadores

O Fluminense não conseguiu reverter a vantagem da LDU e perdeu o título da Copa Libertadores. O tricolor das Laranjeiras venceu o jogo na madrugada desta quinta-feira no Maracanã por 3 a 1 (0 a 0 na prorrogação), mas perdeu nos pênaltis por 3 a 1.


É o primeiro título da história do futebol equatoriano. A LDU, que passou boa parte do jogo na defensiva, também garantiu vaga na final do Mundial de Clubes da Fifa, que acontecerá em dezembro, no Japão.


O Fluminense, que prometeu uma premiação de R$ 1,5 milhão aos jogadores em caso de título, perdeu a chance de se tornar o nono clube brasileiro a conquistar o troféu. Os únicos do Rio de Janeiro a ganhar o torneio foram Flamengo e Vasco.


O Maracanã foi um verdadeiro caldeirão. Um festival de fogos de artifício deu uma recepção especial ao time carioca. No entanto, o duelo começou ”frio”, com 11 minutos de atraso, pois o árbitro argentino Héctor Baldassi ”encafifou” com alguns fotógrafos posicionados na lateral do campo – ele só iniciou a partida depois que os profissionais foram retirados. Após a vitória no tempo normal do Fluminense por 3 x 1, a partida foi para prorrogação e 0 x 0, que levou a final para os pênaltis.


LDU
A disputa foi decidida nos tiros da marca penal porque o jogo de ida, em Quito, havia terminado em vitória por 4 a 2 dos donos da casa. No Rio de Janeiro, o triunfo tricolor forçou a prorrogação, na qual o empate no placar agregado foi mantido. Nos pênaltis, melhor para os visitantes.
O primeiro jogo decisivo de Libertadores disputado no Estádio do Maracanã começou mal para o Fluminense, que viu Bolaños abrir o placar logo aos 5min. Ainda no primeiro tempo, no entanto, Thiago Neves balançou a rede duas vezes e manteve os anfitriões vivos na luta pelo título.


Com Dodô no lugar de Ygor, os comandados de Renato Gaúcho partiram definitivamente ao ataque após o intervalo. Thiago Neves, de falta, igualou o placar agregado da decisão, aos 11min. As duas equipes tiveram oportunidades, mas o 3 a 1 foi mantido, sendo necessária a disputa da prorrogação.


Prejudicado pela arbitragem – que deixou de dar dois pênaltis na etapa inicial – no tempo normal, o Fluminense teve a ajuda na prorrogação do bandeira, que apontou impedimento inexistente em gol marcado por Bieler. No entanto, a LDU triunfou na disputa por pênaltis.


 


Ficha Técnica
Fluminense:
Fernando Henrique; Gabriel (Maurício), Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor (Dodô), Arouca (Roger), Thiago Neves e Conca; Cícero e Washington. Técnico: Renato Gaúcho
LDU: Cevallos; Campos, Calle e Araujo; Guerron, Vera, Urrutia, Bolaños (Salas) e Ambrossi; Manso (Willian Araujo) e Bieler – Técnico: Edgardo Bauza – Gols: Bolaños, aos cinco, e Thiago Neves, aos 11 e aos 27 minutos do primeiro tempo; Thiago Neves, aos 11 minutos do segundo tempo. Nos pênaltis, Cícero acertou e Conca, Thiago Neves e Washington erraram para o Fluminense; Urrutia, Salas e Guerron converteram e Campos errou para a LDU – Cartões amarelos – Thiago Silva e Cícero (Fluminense); Guerron, Cevallos, Bieler e Vera (LDU).Cartão vermelho: Luiz Alberto (LDU) – Árbitro: Héctor Baldassi (Fifa-Argentina) – Renda:R$ 3.910.044,00 – Público: 78.918 pagantes – Local: Estádio do Maracanã.


 


 


Campeões
1961
– Peñarol (Uruguai)
1962 – Santos (Brasil)
1963 – Santos (Brasil)
1964 – Independiente (Argentina)
1965 – Independiente (Argentina)
1966 – Peñarol (Uruguai)
1967 – Racing (Argentina)
1968 – Estudiantes (Argentina)
1969 – Estudiantes (Argentina)
1970 – Estudiantes (Argentina)
1971 – Nacional (Uruguai)
1972 – Independiente (Argentina)
1973 – Independiente (Argentina)
1974 – Independiente (Argentina)
1975 – Independiente (Argentina)
1976 – Cruzeiro (Brasil)
1977 – Boca Juniors (Argentina)
1978 – Boca Juniors (Argentina)
1979 – Olímpia (Paraguai)
1980 – Nacional (Uruguai)
1981 – Flamengo (Brasil)
1982 – Peñarol (Uruguai)
1983 – Grêmio (Brasil)
1984 – Independiente (Argentina)
1985 – Argentinos Juniors (Argentina)
1986 – River Plate (Argentina)
1987 – Peñarol (Uruguai)
1988 – Nacional (Uruguai)
1989 – Atlético Nacional (Colômbia)
1990 – Olímpia (Paraguai)
1991 – Colo Colo (Chile)
1992 – São Paulo (Brasil)
1993 – São Paulo (Brasil)
1994 – Vélez Sarsfield (Argentina)
1995 – Grêmio (Brasil)
1996 – River Plate (Argentina)
1997 – Cruzeiro (Brasil)
1998 – Vasco (Brasil)
1999 – Palmeiras (Brasil)
2000 – Boca Juniors (Argentina)
2001 – Boca Juniors (Argentina)
2002 – Olímpia (Paraguai)
2003 – Boca Juniors (Argentina)
2004 – Once Caldas (Colômbia)
2005 – São Paulo (Brasil)
2006 – Internacional (Brasil)
2007 – Boca Juniors (Argentina)
2008 – LDU (Equador)


(Fonte:AE/Terra)


 


 

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