Em encontro com atletas da delegação olímpica brasileira, nesta sexta, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou o erro de Thiago Neves, do Fluminense, na decisão por pênaltis da final da Libertadores, como exemplo de situação em que o estado psicológico pode atrapalhar em uma competição.
”Se vocês vão ganhar medalha ou não, depende de muitas outras coisas. Depende, inclusive, do estado psicológico. Vocês viram o time do Fluminense, na hora de bater pênalti. O melhor jogador, que marcou três gols, perdeu o gol mais fácil, que era o pênalti. E não perdeu porque não sabia chutar, porque ele é um bom jogador, perdeu porque o estado psicológico devia estar numa pressão muito grande ”, disse o presidente.
Lula disse ainda que os atletas terão de enfrentar pressão para alcançar uma medalha e citou sua derrota em três eleições presidenciais como exemplo de que a derrota é um resultado normal.
Porta-bandeira
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, confirmou nesta sexta-feira, em cerimônia realizada em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o velejador Robert Scheidt será o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. Segundo o próprio Nuzman, a escolha de Scheidt foi ”uma surpresa” até para o velejador, visto que outros nomes vinham sendo cotados pelos dirigentes do COB.
”Tenho certeza que todos vocês atletas que aplaudiram a entrega (da bandeira) pelo presidente da República ao atleta Robert Scheidt representam um grande incentivo e uma grande força pelo exemplo que Scheidt é para todo o esporte brasileiro, o esporte mundial. É uma referência e um atleta de enorme carisma no mundo inteiro”, justificou o mandatário do comitê brasileiro.
(Fonte:Globo.come Terra)











