Meia Ederson do Interporto segue mantendo a forma em casa e sonhando com a volta do estadual e o título

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Capitão Ederson (azul) não vê a hora de retornar o futebol e sonha em ver o Interporto campeão – Foto: Marcelo Alves/Divulgação

Meia Ederson do Interporto segue mantendo a forma em casa e sonhando com a volta do estadual e o título

Enquanto o futebol segue paralisado pelo Brasil e no Mundo, em razão da pandemia da Coronavírus (Covid-19), o meia e capitão, do Interporto, Ederson, segue a rotina em sua casa treinando e aguardando o retorno da competição. “Sigo curtindo meu filho em casa e esperando o retorno dos campeonatos e, enquanto isso, estou treinando para manter um pouco a forma” comentou o meia.

Com relação ao Interpoorto no campeonato, Ederson disse que a diretoria montou uma equipe modesta, mas muito competitiva e por isso, ele acredita que tem condições de brigar pela vaga na final e depois com grandes possibilidades de chegar ao título.

O Campeonato Tocantinense foi paralisado no dia 18 de março. https://aloesporte.com.br/proliferacao-do-coronavirus-faz-federacao-tocantinense-de-futebol-paralisar-servicos/. No jogo de ida, o Interporto empatou em 0 x 0 contra o TEC, em Tocantinópolis. E agora decide em casa, em Porto Nacional, a vaga para a final, quando retornar o futebol.

Carreira
Ederson teve boa participação vestindo a camisa do Palmas em 2015 na disputa do Campeonato Brasileiro da Série D. No futebol tocantinense já jogou pelo Araguaína e foi campeão em 2006 com Roberto Oliveira. Em 2017 foi campeão novamente pelo Araguaína em cima do Palmas na decisão da Segunda Divisão.

Em 2017 atuou pelo Gurupi chegando na terceira fase da competição sendo eliminado pelo Joinville. Em 2018 jogou pelo Interporto. Ano passado foi vice-campeão junto com Roberto Oliveira, no Tocantinópolis.

Por ter nascido em Paranavaí (PR), Ederson lembra que começou a carreira jogando no Matsubara, onde permaneceu por dois meses.Lá no clube paranaense teve um olheiro do Fluminense que foi para observar dois atacantes e nessa “olhada” ele gostou do Ederson e o levou para o Rio, onde ficou sete anos. “Fiz minha base toda no Fluminense e um ano de profissional. Depois de lá fui para o Atlético Paranaense e também joguei no Galo Maringá. “Quando estava no Galo Maringá, o China (ex-jogador), que era dirigente do Araguaína, em 2006 conhecia o treinador Evair Sensi e aí pediu um volante, e ele me indicou e acabei chegando ao título pelo Tourão do Norte em 2006 e lá conheci o Roberto Oliveira”, lembra o meia.

Saindo do Araguaína, Ederson passou pelo futebol do Paraná, Minas, Santa Catarina e em 2009 retornou Palmas, onde foi vice-campeão. No ano seguinte voltou a vestir a camisa do Araguaína, onde teve a oportunidade de ajudar o Tourão do Norte até hoje ser o único clube do Tocantins a subir de Divisão da Série D para a Série C – no futebol nacional.

Brasília
Em 2011, Ederson foi jogar no futebol do Distrito Federal, primeiro no Gama e depois foi contratado pelo Brasiliense. Em 2012w, foi para o futebol Goiano: no Vila Nova. Em 2013 jogou no CRB (AL).

Em 2014, retornou ao Brasiliense, onde permaneceu até 2015. NO ano seguinte voltou para Alagoas, ma desta vez jogar no ASA de Arapiraca.Em 2017, retornou ao Tocantins e foi para o Gurupi, onde ajudou o Camaleão do Sul a chegar até a terceira fase da Copa do Brasil. Naquele ano, Ederson terminou entre os dez artilheiros da Copa do Brasil. Em 2018, foi para Porto nacional, jogar pelo Interporto. E no ano passado vestiu a camisa do Verdão do Norte, o TEC.

Ederson (D) quando vestiu a camisa do Tocantinópolis ano passado – Divulgação
Ederson (óculos à direita sentado) quando vestiu a camisa do Palmas em 2015 – Divulgação
Meia Ederson em disputa de lance com a camisa do Gurupi (D) – Divulgação
Meia Ederson com a camisa do Brasiliense (DF) – Divulgação

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